
As mudanças tecnológicas vão determinar o futuro da educação no mundo. Essa é a principal conclusão do estudo Educação no Ano de 2030, elaborado pelo Milennium Project, rede que reúne organizações sociais, empresariais, acadêmicas, governamentais e de outros setores . O estudo foi apresentado pela primeira vez no Brasil esta semana, no Cietep, em Curitiba, pelo pesquisador venezuelano José Luís Cordeiro, diretor do Milennium Project, ligada à World Federation of United Nations Associations (WFUNA), da ONU.
“Há pontos em comum nas tendências educacionais mundiais, como as mudanças tecnológicas, que abrangem a todos. Entre 2020 e 2030, todos no mundo estarão conectados à Internet, com banda larga, acesso ilimitado e grátis”, projeta Cordeiro.
Aplicada entre janeiro e julho de 2007 com pesquisadores em educação de 30 países, a pesquisa foi consolidada e publicada este ano. “Na América Latina, ouvimos pesquisadores de cinco países: Brasil, Argentina, Peru, Venezuela e México”, disse o diretor do Milennium Project. Em cada país foram ouvidos entre 5 e 20 pesquisadores. “Variou conforme a população de cada país”, explicou Cordeiro.
De acordo com ele, já há exemplos de cidades onde todos os moradores têm acesso à internet banda larga gratuita. “Em Tóquio, todos estão conectados gratuitamente à Internet. Na América Latina, há uma cidade totalmente conectada através de wireless (sem fio) em Vina del Mar, no Chile”, citou. “Essa é uma tendência que está começando agora. Os computadores estão cada vez mais baratos, mais potentes e com mais alcance e isso vai transformar completamente a educação”, completou o pesquisador.
“Há pontos em comum nas tendências educacionais mundiais, como as mudanças tecnológicas, que abrangem a todos. Entre 2020 e 2030, todos no mundo estarão conectados à Internet, com banda larga, acesso ilimitado e grátis”, projeta Cordeiro.
Aplicada entre janeiro e julho de 2007 com pesquisadores em educação de 30 países, a pesquisa foi consolidada e publicada este ano. “Na América Latina, ouvimos pesquisadores de cinco países: Brasil, Argentina, Peru, Venezuela e México”, disse o diretor do Milennium Project. Em cada país foram ouvidos entre 5 e 20 pesquisadores. “Variou conforme a população de cada país”, explicou Cordeiro.
De acordo com ele, já há exemplos de cidades onde todos os moradores têm acesso à internet banda larga gratuita. “Em Tóquio, todos estão conectados gratuitamente à Internet. Na América Latina, há uma cidade totalmente conectada através de wireless (sem fio) em Vina del Mar, no Chile”, citou. “Essa é uma tendência que está começando agora. Os computadores estão cada vez mais baratos, mais potentes e com mais alcance e isso vai transformar completamente a educação”, completou o pesquisador.
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