segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Presente ou um Futuro Proximo ???



O que devemos entender por novos conceitos Cloud Computing... o que realmente trará de benefícios para sociedade, já entendemos que a computação ( processamentos, armazenamentos e softwares ) está em algum lugar na rede e é acessada remotamente, via Internet, hoje nos temos e utilizamos um modelo de computação nas nuvens que utilizamos constantemente o e-mail, que querendo ou não guardam e transitam documentos importantes, Hoje em dia o e-mail faz parte de nossas vidas uma empresa pequena com atuação constante no mercado não recebe menos de 50 e-mail por dia ( propostas, orçamentos, propagandas e etc...).
Mas esse processo ganhará alguns desafetos, a computação nas nuvens acabará com a maioria das áreas de tecnologia corporativas o que ocorrera quando houver a migração do DATA CENTERS privados para a nuvem. Esse é um ponto-chave. Uma grande meta de cloud computing – seja o Blue Cloud da IBM ou o EC2 (Elastic Cloud Computing) da Amazon – é a rápida escalabilidade. Ou, em um termo mais “moderno”, elasticidade,
busca em linguagem natural, ser “elástico” é ter a capacidade de esticar quando necessário e depois encolher. Sua empresa está empenhada em indexar uma vasta porção da Web e esta tarefa de computação intensiva é realizada a maior parte do tempo. Os picos de trabalho ultrapassariam a capacidade de computação normal da empresa.
Apesar disso, o conceito nasce para solucionar um problema originado dentro das corporações. As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje. Sem dúvida, a computação em nuvem ainda está engatinhando. As preocupações com segurança e latência de aplicativos existem e têm fundamento. Além disso, os fornecedores ainda não formularam plenamente seus modelos de negócio e de preço, uma razão para haver uma analise mais detalhada sobre a forma que será introduzida no mercado.

Desafios a serem vencidos o que falta para a adoção em massa pelas empresas :

- Conhecer os componentes e seus responsáveis.

- a empresa precisa saber quem são os responsáveis por seus componentes.

- O conceito segue o modelo de colaboração

- O usuário precisa conhecer e saber usar a plataforma e os padrões, o que vai lhe permitir ampliar a nuvem e seu valor.

- Provar que o conceito pode ir além da virtualização e do software.

- Definir questões relacionadas a gerenciamento e interoperabilidade.
Mud@nç@as @contecem.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Outra guerras: Cloud computing x Software livre

É uma estupidez. É pior do que estupidez... É uma campanha de marketing... Esta opinião sobre ascensão da Cloud Computing foi proferida esta semana pelo ativista político do software livre Richard Stallman e tem gerado polêmica.Cloud Computing (computação em nuvem) é uma arquitetura de computação cada vez mais utilizada e que consiste na virtualização de aplicativos, processamento e armazenamento de dados. Exemplos de Cloud Computing mais famosos são os aplicativos do Google como Google Docs, Gmail ou o Adobe Photoshop Express, eles permitem que computadores menos potentes possam ter acesso a recursos poderosos em servidores na Web muitas vezes de forma gratuita.O que os críticos da Cloud Computing alegam é que os serviços disponibilizados mais perigosos do que os do software proprietário tradicional, pois além do usuário não ter acesso ao código do software (como sempre aconteceu com o Windows), a própria produção usuário fica arquivada no computadores do proprietário do software (como acontece no Google). A inacessibilidade do código prejudica a inovação e oculta uso que empresas como o Google fazem de milhões de informações recolhidas em sua “nuvem”, o que gera suspeitas de estratégias de monopólio, controle e dominação.A discussão entre prós e contras da fala de Stallman é polêmica, no Maestros del Web por exemplo, um fórum de desenvolvedores latino americanos, os defensores da Cloud Computing defendiam a praticidade e conforto de poder acessar dados de qualquer lugar e de usar recursos poderosos de computação de maneira gratuita, e isso que não parece um argumento tão válido, a comodidade, é uma principais motivações para todos que usam recursos do Google.Podemos entender que os argumentos de Stallman são válidos, mas o enfoque pode estar equivocado. No Ars Technica Ryan Paul fala sobre isso, ao afirmar que Stallman poderia estar contribuindo de maneira mais efetiva se entendesse a possibilidade do software livre dar suporte a plataformas de Cloud Computing. Paul citou a experiência do Franklin Street Statement um software livre que roda num ambiente de cloud computing. O equivoco de Stallman é não tentar descobrir como software livre pode ajudar a corrigir os erros da cloud computing com aplicativos de código aberto mais confiáveis, combatendo o monopólio da informação do Google e favorecendo a inovação.

Fonte: http://arlifrancis.org/blog/2008/10/02/outra-guerras-cloud-computing-x-software-livre-2/

Prepare-se para a nova onda em tecnologia


Prepare-se para a nova onda em tecnologia
Conceito começa a ganhar força no mercado e extrapola a idéia inicial de que seria aplicado somente a hardware
O termo “cloud computing” tem se tornado popular associado à utilização de uma rede massiva de servidores físicos ou virtuais – uma nuvem – para a alocação de um ambiente de computação. É isso, mas não só.
Apesar do foco inicial em hardware, especialistas defendem tratar-se de um conceito mais amplo, principalmente quando se fala de sua aplicação em negócios.
“O cloud computing é, na verdade, um super conjunto de recursos que abrange servidores, impressão, armazenamento e também processos”, afirma Waldir Arevolo, sócio-diretor da TGT Consulting.
Posto desta forma, o conceito ganha formas mais complexas do que vem se disseminando até aqui e impõe um desafio aos que se propõem a utilizá-lo: fazer com que todos estes recursos trabalhem de forma integrada.
Na verdade, uma arquitetura em cloud deve dispor de uma infra-estrutura de gerenciamento que inclua funções como provisionamento de recursos computacionais, balanceamento dinâmico do workload e monitoração do desempenho.
O conceito já é comum em algumas empresas, como o Google e o Yahoo, que mantêm parques computacionais com centenas de milhares de máquinas. Um exemplo: estima-se que as cinco maiores empresas de busca na Internet tenham ao todo um parque computacional de cerca de 2 milhões de servidores!
Arevolo explica que, tendo estes parques à disposição, a aplicação do conceito trata do rearranjo e redirecionamento dos recursos já existentes para atender novas demandas. “A palavra chave para isso é gerenciamento, uma vez que estes recursos não estarão no mesmo lugar e nem pertencerão às mesmas empresas”, afirma.
Apesar disso, o conceito nasce para solucionar um problema originado dentro das corporações. “As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje”, defende Clifton Ashley, diretor do Google Enterprise para a América Latina.
José Nilo Martins, diretor do Google Enterprise no Brasil, afirma o cloud está profundamente relacionado aos termos software como serviço (do inglês, SaaS) e ASP (Application Service Provider). “O cloud é uma evolução de um conceito básico: utilizar serviços de uma rede externa”, diz.
Desafios a serem vencidosO que falta para a adoção em massa pelas empresas
- conhecer os componentes e seus responsáveis – a empresa precisa saber do que a nuvem a composta e quem são os responsáveis pos seus componentes.
- o conceito segue o modelo de colaboração – o usuário precisa conhecer e saber usar a plataforma e os padrões, o que vai lhe permitir ampliar a nuvem e seu valor.

Fonte:http://computerworld.uol.com.br/gestao/2008/04/17/cloud-computing-prepare-se-para-a-nova-onda-em-tecnologia/

Cloud Computing?

Mas afinal, o que é Cloud Computing?
Mais um conceito chega ao mercado. Esse se refere a um ambiente de computação baseado em uma rede massiva de servidores, virtuais ou físicos. Entenda. Por Cézar Taurion
Há poucas semanas a IBM fez um anúncio que passou meio despercebido por aqui: a iniciativa Blue Cloud, que sinalizou a entrada oficial da corporação no mundo da Cloud Computing. Mas o que é mesmo Cloud Computing? Ainda existe pouca informação sobre o assunto e mesmo uma consulta à Wikipedia nos traz pouca coisa.
Cloud computing é um termo usado para descrever um ambiente de computação baseado em uma rede massiva de servidores, sejam virtuais ou físicos. Cloud computing hospeda as cloud applications, que são as aplicações que estão residentes nesta nuvem (cloud). Cloud computing pode ser visto como o estágio mais evoluído do conceito de virtualização.
Uma arquitetura em cloud é muito mais que apenas um conjunto (embora massivo) de computadores. Ele deve dispor de uma infra-estrutura de gerenciamento que inclua funções como provisionamento de recursos computacionais, balanceamento dinâmico do workload e monitoração do desempenho.
O conceito de cloud computing já é comum em algumas das empresas mais famosas da internet como o Google e o Yahoo, que mantém parques computacionais com centenas de milhares de máquinas. Para se ter uma idéia do que são estas nuvens de servidores, estima-se que as cinco maiores empresas de busca na Internet tenham ao todo um parque computacional de cerca de 2 milhões de servidores!
Recentemente a IBM iniciou uma parceria com o Google para desenvolver em conjunto as aplicações em nuvem junto a alunos de algumas universidades americanas.
E o que se ganha com esta arquitetura? O primeiro benefício é uma melhor utilização dos recursos computacionais, potencializando os conceitos de consolidação e virtualização. Além disso, reduz sensivelmente o time-to-market para aplicações e-business e Web 2.0 (onde incluímos aplicações de virtual worlds e games MMPOG), que demandam conceitos do modelo computacional on-demand (alocar recursos à medida que for necessário, de forma dinâmica).
Hoje, algumas empresas do mundo internet como o Google e a Amazon já oferecem seu imenso parque computacional para outras empresas. A IBM não está, com o Blue Cloud, entrando diretamente no negócio de oferecer nuvem de servidores para aluguel, mas sim em possibilitar que as empresas construam sua própria nuvem, seja para uso interno ou para ser comercializado externamente.

Fonte: http://www.cloudcomputing.com.br/?p=7

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O celular é o novo PC













Na década de 1980, quando a computação pessoal dava seus primeiros passos, alguns empreendedores começaram a construir uma das indústrias mais dinâmicas e lucrativas que o mundo dos negócios já conheceu: a indústria do software. Os computadores ainda eram uma raridade fora do mundo das empresas, mas aqueles pioneiros acreditavam na massificação do mundo digital. Um deles chegou a proclamar que haveria um computador em cada mesa e em cada casa. Seu nome? Bill Gates. Avance o filme uns 20 anos. Uma nova leva de visionários acredita que uma janela de oportunidade semelhante está se descortinando agora. São os pioneiros do mundo do software para celulares. Mais especificamente os smartphones, aparelhos que têm telas maiores e recursos computacionais mais avançados. No ano passado foram vendidas 115 milhões de unidades. A estimativa é que esse número chegue a meio bilhão em 2012. No mundo da tecnologia, não há mais dúvida: a próxima grande fronteira vai acontecer na tela dos celulares. Mas não é preciso esperar o futuro para entender o potencial do mercado de programas para smartphones. Apenas seis meses depois do lançamento da App Store, o serviço que centraliza os softwares criados para o iPhone, mais de 300 milhões de aplicativos foram baixados - de graça ou mediante pagamento - por usuários do telefone da Apple. O conjunto de ferramentas que permitem aos desenvolvedores criar os programas para o iPhone foi copiado mais de 100 000 vezes na primeira semana em que foi colocado à disposição no site da Apple. Depois do êxito da Apple, outras empresas criaram estratégias semelhantes. Em outubro, Nokia - sócia majoritária do sistema operacional Symbian -, RIM, criadora do BlackBerry, e Sony Ericsson lançaram suas lojas online de aplicativos e serviços de download. Na esteira da popularidade desses sistemas, algumas empresas estão se dedicando a escrever programas só para celulares. A MTM Tecnologia, de Salvador, concentra os esforços em programas para profissionais da área médica e hospitalar. "O celular servia para telefonar. Depois, passou a servir também como ferramenta de e-mail. Agora, estamos entrando em uma nova etapa da tecnologia", diz Gustavo Perez. A Evermobile, de São Paulo, faz sistemas de operações bancárias e quadruplicou de tamanho em dois anos: passou de dez para 40 programadores. Mas uma oportunidade ainda maior pode existir no mercado de consumidores finais. "Enquanto a internet chega a 40 milhões de pessoas, os celulares pertencem a 140 milhões de brasileiros", diz Raul Pavão, diretor de marketing e alianças da EverMobile. Muitas companhias especializadas em criar programas para uso corporativo estão mudando de estratégia diante do crescimento do mercado consumidor. "Estamos prestes a assistir a uma virada", acredita Cesar S. Cesar, diretor de estratégia e marketing da Hands, que adapta sites da internet para smartphones. No primeiro semestre de 2008, os aplicativos de entretenimento e jogos aumentaram em número de downloads. Segundo a Handango, provedora de sistemas para smartphone, esse tipo de aplicativo representou 42% das unidades vendidas. Em contrapartida, os sistemas corporativos ficaram em 15%, ante 13% em 2007. O mercado de software para celulares é promissor, mas ainda restam muitas questões a responder. Uma das mais importantes é sobre a variedade de sistemas existentes. Hoje, quatro sistemas competem pela liderança. A Nokia e seu sistema Symbian detêm a maior fatia do mercado, mas vem perdendo espaço rapidamente para Apple e RIM. Na prática, isso significa que as empresas que criam programas para celulares têm um dilema: ou apostam em uma tecnologia ou então são obrigadas a adaptar seus produtos a todos os sistemas. Essa é uma questão que não existe no mundo dos PCs, pelo menos por enquanto. Como o Windows detém 90% do mercado, é praticamente obrigatório desenvolver para a plataforma da Microsoft - e eventualmente se fazem também versões para o mundo Macintosh ou Linux. Outro ponto em discussão é o poder que os donos das plataformas têm sobre os desenvolvedores. No modelo que está se consolidando, a Apple ou a RIM submetem os softwares a um processo de aprovação e têm inclusive o controle sobre o sistema de distribuição. A empresa de Steve Jobs, por exemplo, cobra 30% do valor da venda dos aplicativos a título de prestação de serviço. Estima-se que só com esse "pedágio" a Apple tenha faturado entre 50 milhões e 100 milhões de dólares.

Fonte: Portal Exame / Tecnológia

Futuro da educação depende das mudanças tecnológicas



As mudanças tecnológicas vão determinar o futuro da educação no mundo. Essa é a principal conclusão do estudo Educação no Ano de 2030, elaborado pelo Milennium Project, rede que reúne organizações sociais, empresariais, acadêmicas, governamentais e de outros setores . O estudo foi apresentado pela primeira vez no Brasil esta semana, no Cietep, em Curitiba, pelo pesquisador venezuelano José Luís Cordeiro, diretor do Milennium Project, ligada à World Federation of United Nations Associations (WFUNA), da ONU.
“Há pontos em comum nas tendências educacionais mundiais, como as mudanças tecnológicas, que abrangem a todos. Entre 2020 e 2030, todos no mundo estarão conectados à Internet, com banda larga, acesso ilimitado e grátis”, projeta Cordeiro.
Aplicada entre janeiro e julho de 2007 com pesquisadores em educação de 30 países, a pesquisa foi consolidada e publicada este ano. “Na América Latina, ouvimos pesquisadores de cinco países: Brasil, Argentina, Peru, Venezuela e México”, disse o diretor do Milennium Project. Em cada país foram ouvidos entre 5 e 20 pesquisadores. “Variou conforme a população de cada país”, explicou Cordeiro.
De acordo com ele, já há exemplos de cidades onde todos os moradores têm acesso à internet banda larga gratuita. “Em Tóquio, todos estão conectados gratuitamente à Internet. Na América Latina, há uma cidade totalmente conectada através de wireless (sem fio) em Vina del Mar, no Chile”, citou. “Essa é uma tendência que está começando agora. Os computadores estão cada vez mais baratos, mais potentes e com mais alcance e isso vai transformar completamente a educação”, completou o pesquisador.