sábado, 10 de janeiro de 2009

Pequeno por fora,Imenso por dentro



O cartão de memória SDXC usa uma tecnologia desenvolvida pela Microsoft para armazenamento de arquivos que dá a ele uma capacidade de 2 terabyte, algo inédito até hoje. Na prática, isso significa que ele pode guardar em seu chip cerca de quatro mil imagens cruas (leia-se sem efeitos ou edição), 100 filmes em alta definição ou 60 horas de gravação de imagens em alta definição feitas por câmeras digitais. Tudo isso em um pequeno cartão que cabe na palma da mão. Promete ser o cartão de memporia mais “espaçoso” do mercado, isso quando finalmente chegar às lojas, o que só vai acontecer em março.

Fonte:www.tecneira.com.br/epocanegocios/

Internet ignora crise e registra alta de 30% nas vendas



O comércio eletrônico fechou 2008 com faturamento de R$ 8,2 bilhões, 30% acima de 2007, de acordo com a e-bit, empresa especializada no setor.
Antes da crise, a previsão era chegar a 35% de alta, o que mostra que as vendas não foram tão impactadas pela turbulência no mercado financeiro. Nesse cálculo não entram veículos, passagens aéreas e leilões.
O diretor da e-bit, Pedro Guasti, diz que a alta nas vendas na internet se deve à "esperteza do consumidor". "A rede é um meio que oferece múltiplos tipos de informação para os usuários, que acabam se sentindo mais seguros", afirma o executivo, em nota.
No ano passado, 3,7 milhões de consumidores fizeram sua primeira compra pela internet, o que ajudou a incrementar as vendas on-line. Entre os fatores que contribuíram para a chegada de novos consumidores está a entrada de grandes varejistas na rede. "A fidelidade de alguns consumidores faz com que eles associem a marca da loja física à da loja virtual", diz Guasti.
Para 2009, a expectativa é que o crescimento fique entre 20% e 25%, em relação ao ano passado, chegando a um faturamento de R$ 10 bilhões.


Fonte: www.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u488156.shtml

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Projeto Oxygen revela novas tecnologias para a Informática




Quando foi fundado, há dois anos atrás, o Projeto Oxygen, do MIT, se propunha a criar uma nova forma de computação e comunicação: um ambiente centrado no ser humano, não em máquinas, que seja transparente ao usuário podendo, desta forma, estar em todo lugar, o tempo todo. As discussões havidas por ocasião de seu segundo aniversário mostraram que os pesquisadores avançaram muito no caminho proposto.

Criado como uma associação entre o Laboratório de Ciências da Computação e o Laboratório de Inteligência Artificial, ambos do MIT, além de seis grandes empresas privadas, o Projeto Oxygen é financiado pela Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA). Seu objetivo é tornar a computação e a comunicação tão abundantes e naturais de se usar quanto o oxigênio do ar, liberando as pessoas dos jargões técnicos, teclados, mouses e quaisquer outros dispositivos especializados. Computação e comunicação deverão estar ao alcance das pessoas quando elas necessitarem, onde quer que eles estejam.

Os pesquisadores têm se ocupado da criação de tecnologias de visão automatizada e reconhecimento de voz que possibilitarão aos humanos se comunicarem naturalmente com os computadores, da mesma forma que eles fazem com outras pessoas. Eles estão desenvolvendo redes descentralizadas e arquitetura de hardware e software robustas que disponbilizam recursos para usuários móveis, nas mais variadas condições operacionais. Os cientistas estão também desenvolvendo mecanismos de segurança e privacidade para a proteção das informações pessoais.

"O tema atual do Oxygen é a integração." disse o Professor Victor Zue, um dos líderes do projeto. "Por exemplo, técnicas de voz e visão são usadas conjuntamente para reconhecer uma pessoa e para permitir o entendimento do falar e dos gestos. Igualmente, suporte a redes sem fio e sem localização determinada, além de protocolos de segurança, são utilizados para permitir a troca segura de informações entre usuários móveis."

As novas tecnologias demonstradas incluem:

-Sistemas de conversação multilíngüe que podem reconhecer, entender e responder a solicitações faladas naturalmente. O sistema pode ser configurada para lidar rapidamente com diálogos complexos e permitir aos usuários obter informação tal como previsão do tempo em Tóquio ou condições do tráfego em Nova Iorque.

-Sistema integrado de voz e visão que utiliza conjuntos de câmeras e microfones para detectar a localização do usuário, captar a posição de seus braços, eliminar os ruídos do ambiente e responder a uma grande combinação de gestos, como indicar ou apontar, e comandos de voz, como "Tire isso daqui." ou "Mostre-me o vídeo nesta tela.".

-Sistemas que integram tarefas de software para auxiliar tarefas específicas definidas pelo usuário. Por exemplo, uma sala inteligente equipada com reconhecimento de voz, vídeo e detector de movimento, poderá automaticamente gravar e lembrar eventos em reuniões, monitorando e respondendo a questões que fluem normalmente na interação entre os membros participantes do grupo.

-Ferramenta de desenho que entende dispositivos mecânicos simples, à medida em que eles são rabiscados em um bloco ou quadro branco. Livre do mouse, menus e ícones, os usuários podem desenhar, simular, modificar e testar o desenho de elementos da mesma forma que um desenhista profissional.

-Sistema de localização e descoberta de recursos que possam permitir ao usuário o acesso a computadores, impressoras e serviços remotos apenas descrevendo o serviço desejado, ao invés de lembrar endereços codificados de computadores. Transmissores de rádio-freqüência montados no teto permitem a localização de usuários dentro do prédio, possibilitando ao sistema atender a comandos do tipo "Imprima este desenho na impressora mais próxima.".

-Uma rede sem fios segura e auto-configurável que permite aos usuários móveis comunicar-se espontaneamente com dispositivos portáteis e trocar informações entre si, utilizando múltiplos protocolos de rede sem a necessidade de pontos de acesso ou intervenção de provedores de serviços.

-Arquiteturas de hardware e software que determinam e implementam a melhor alocação de recursos para aplicações de multimídia. Estas arquiteturas otimizam o uso dos circuitos dos computadores e do gastos de energia, ao mesmo tempo em que aumentam o desempenho e diminuem o custo de dispositivos portáteis que conectam usuários móveis às redes Oxygen.


Fonte:www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010150020724